Quando o Rock in Rio abrir novamente os portões da Cidade do Rock em 2026, a Heineken chegará ao festival com uma marca importante para celebrar. São 15 anos de parceria no Brasil, período em que a presença da cervejaria deixou de estar concentrada na operação de bares e chope para ocupar outros espaços na experiência do público.
A relação começou em 2011 e acompanhou diferentes fases do festival. Nesse intervalo, a música se consolidou como um território importante para a Heineken no país, enquanto suas ativações passaram a explorar também entretenimento, cultura e, principalmente, as conexões que acontecem ao redor dos shows.
A ideia de transformar os espaços da marca em pontos de encontro dentro do festival também ganhou força ao longo das edições. Em vez de limitar sua participação à exposição de marca e ao consumo do produto, a Heineken passou a usar a Cidade do Rock como laboratório para experiências pensadas a partir do comportamento do público em grandes eventos.
“São 15 anos acompanhando não apenas a evolução do Rock in Rio Brasil, mas também a forma como o público vive grandes eventos. Nesse período, nossa presença passou a evoluir junto com o festival, criando experiências cada vez mais conectadas à música, à cultura e à forma como as pessoas querem se relacionar com as marcas. Ao mesmo tempo, algumas iniciativas deixaram legados que ultrapassam os dias de evento. É essa combinação entre experiência, conexão e construção de longo prazo que dá sentido a uma parceria como essa”, afirma Beatriz Ruiz, gerente de Experiências e Patrocínios do Grupo HEINEKEN.
Projetos que continuaram depois do festival
Parte dessa história pode ser contada por iniciativas ambientais criadas ou implementadas durante o Rock in Rio e que buscaram estender seus efeitos para além dos dias de programação.
Uma delas foi o Rock & Recycle, projeto voltado ao descarte correto e à reciclagem de copos plásticos. Em 2024, a agenda avançou com uma operação de copos reutilizáveis realizada pela Heineken em parceria com o festival e outras empresas, com o objetivo de evitar toneladas de resíduos.
Dois anos antes, a própria cenografia dos espaços da cervejaria entrou nessa lógica. Em 2022, espécies nativas da Mata Atlântica foram incorporadas às estruturas montadas para o evento. Depois do encerramento da edição, a vegetação foi replantada no Parque Olímpico e deu origem à primeira microfloresta urbana da Heineken no Brasil. O projeto foi desenvolvido em parceria com o botânico e paisagista Ricardo Cardim.
A mesma edição deixou outra estrutura permanente no local: uma mini usina solar formada por 206 painéis distribuídos por uma área de 600 metros quadrados no Parque Olímpico.
Agora, ao completar 15 anos de relação com o Rock in Rio Brasil, a Heineken prepara sua próxima participação na Cidade do Rock. Para 2026, a marca antecipa que sua experiência será voltada a ampliar as oportunidades de socialização durante o festival, tendo a música como elemento para estimular novos encontros e conexões. Os detalhes da ativação ainda não foram divulgados.
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