A CDN Comunicação inicia uma nova fase com mudanças em sua liderança executiva, após a saída da Omnicom e a retomada do controle por acionistas brasileiros. Sob o comando do CEO Fábio Santos, a agência busca acelerar decisões estratégicas, ampliar sua atuação nos setores público e privado e fortalecer a operação em Brasília.
A mudança societária dá à empresa maior independência para negociar parcerias, ajustar projetos e responder às demandas dos clientes sem depender de aprovações de instâncias globais. O novo modelo de gestão também pretende aproximar as decisões das particularidades do mercado nacional.
A equipe executiva reúne Silvia Ruiz, vice-presidente de Comunicação Corporativa e Inteligência de Dados; Vanessa Campos, vice-presidente de Comunicação Institucional; Cintia Rebello, diretora-geral da CDN em Brasília; e Oscar Kita, Chief Financial Officer (CFO).
Ao lado de Santos, os profissionais serão responsáveis por conduzir os planos de crescimento da agência, combinando experiência em comunicação corporativa e institucional, inteligência de dados e gestão de negócios.
“Reunimos uma liderança que combina conhecimento dos negócios dos nossos clientes, inteligência de dados e experiência em comunicação pública e privada. A retomada do controle nacional nos permite acelerar decisões que, em grandes estruturas globais, poderiam levar semanas. Temos mais liberdade para construir soluções, estabelecer parcerias e responder rapidamente às demandas do mercado. Essa autonomia, aliada ao fortalecimento da nossa operação em Brasília, será fundamental para ampliar nossa atuação nos setores público e privado e gerar resultados concretos para os nossos clientes”, afirma Fábio Santos, CEO da CDN.
Com o retorno ao controle brasileiro, a CDN passa a contar com processos decisórios mais enxutos e maior flexibilidade comercial. A proposta é facilitar a adaptação dos serviços às necessidades de cada projeto e ampliar as oportunidades de atuação da empresa.
Brasília ocupa um papel importante nessa estratégia, especialmente pelo potencial de desenvolvimento de negócios ligados à comunicação institucional e ao setor público.
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