Após uma década integrada à rede global Omnicom, a CDN Comunicação inicia uma nova fase de sua trajetória. A agência de relações públicas e gestão de reputação volta a ser uma empresa de controle brasileiro, agora comandada por um grupo de acionistas locais liderado pelo CEO Fabio Santos. Entre os novos sócios está a NOVA, uma das maiores agências de publicidade 100% brasileiras do país.
A mudança abre caminho para uma atuação mais conectada entre as duas empresas, que passam a trabalhar na construção de soluções integradas, reunindo comunicação, publicidade, reputação, conteúdo e relacionamento em uma mesma estratégia para atender às demandas do mercado.
Segundo a CDN, a nova estrutura societária foi desenhada para aumentar a velocidade na tomada de decisões, fortalecer o relacionamento com clientes e ampliar os investimentos em inovação e tecnologia, especialmente em projetos baseados em inteligência artificial e análise de dados.
“Com mais velocidade e autonomia, ampliamos nossa competitividade e criamos espaço para desenvolver soluções baseadas em dados e inteligência artificial, sob medida para nossos clientes”, afirma Fabio Santos.
Embora retome sua independência, a empresa destaca que a passagem pela Omnicom deixou um legado importante na evolução de processos, governança e capacidade operacional, experiência que continuará influenciando sua atuação.
“Fazer parte de um grupo global foi fundamental para a evolução da CDN”, acrescenta Fabio Santos.
A partir dessa reorganização, a consultoria pretende reforçar sua atuação em projetos que exigem uma visão multidisciplinar, combinando inteligência de dados, criatividade e gestão de reputação para empresas, instituições e organizações públicas. A carteira atual de clientes será mantida enquanto a agência busca ampliar sua presença em iniciativas de comunicação integrada.
“Estamos estruturados para competir em um novo patamar”, conclui o CEO da CDN.
A operação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento das etapas regulatórias previstas. Até a conclusão do processo, CDN e NOVA seguirão operando de forma independente.
Crédito da foto: Tially Lima