A relação de Johnnie Walker com o Rock in Rio chega ao oitavo ano com uma estratégia que combina experiência de marca, coquetelaria e música. Nesta edição, além de criar quatro drinks exclusivos, com copo especial, para a Área VIP do festival, a marca encontrou na história de Ney Matogrosso uma maneira de conectar seu conhecido conceito Keep Walking ao legado de quem contribuiu com a história do evento.
A proposta é aproximar a experiência da coquetelaria do ambiente de música e entretenimento do festival. É nesse contexto que a música ganha um papel importante. Nesta edição, um dos principais movimentos da marca é uma campanha protagonizada por Ney Matogrosso, construída a partir de uma ligação histórica do cantor com o Rock in Rio: ele realizou um show na primeira edição do festival.
Mais de quatro décadas depois, esse momento ajudou Johnnie Walker a aproximar a trajetória do artista de uma ideia presente há anos em sua comunicação: a importância de continuar caminhando.
Acompanhe entrevista com Gabriel Macruz Garcia, diretor de marketing de Whisky da Diageo – Johnnie Walker.
Ney Matogrosso e a força dos primeiros passos
A campanha parte do conceito dos “primeiros passos” para falar sobre pessoas que rompem a inércia, abrem caminhos e são capazes de provocar movimentos que levam outras junto.
Foi nessa perspectiva que a história de Ney se encontrou com o Keep Walking. “A gente está sempre buscando trazer o jeito mais relevante de falar sobre progresso, sobre o Keep Walking, e encontramos esse ângulo super legal, porque tem essa feliz coincidência do Ney ter sido a pessoa que fez o primeiro show do primeiro Rock in Rio”, comenta Gabriel Macruz Garcia, diretor de marketing de Whisky da Diageo – Johnnie Walker.
Segundo o executivo, esta é a primeira vez que Ney protagoniza sozinho uma publicidade. A própria voz de Ney conduz a locução. A construção ganhou ainda mais força quando a equipe encontrou uma fotografia de Ney literalmente dando um passo. A imagem ajudou a materializar o conceito que vinha sendo desenvolvido pela marca. “Os primeiros passos são os que quebram a inércia, geram movimento, trazem as pessoas junto e movem a cultura. Quando a gente desenhou esse conceito e encontrou a história do Ney fazendo o primeiro show do primeiro Rock in Rio, além da foto dele literalmente dando um passo, a gente falou: ‘É uma história que não dá para a gente deixar de contar’.”
A campanha procura, assim, olhar para o legado não como algo preso ao passado, mas como uma força capaz de continuar movimentando a cultura. A escolha de Ney reforça essa perspectiva justamente por se tratar de um artista que, aos 85 anos, permanece em atividade.
Whisky ganha novos códigos de consumo
A presença de Johnnie Walker no festival também abre espaço para outro movimento: a tentativa de ampliar a percepção sobre as possibilidades de consumo do whisky.
Durante muito tempo, o imaginário em torno da bebida esteve associado a códigos bastante específicos. Whisky puro ou com gelo, ocasiões mais formais e até a imagem de uma pessoa bebendo sozinha faziam parte dessa representação. Esse cenário, segundo o executivo, vem mudando à medida que o whisky conquista mais espaço na coquetelaria.
As diferentes finalizações e características sensoriais da bebida permitem criar receitas que transitam entre sabores doces, cítricos e defumados. Os quatro drinks desenvolvidos exclusivamente para o Rock in Rio são uma forma de levar essa versatilidade para dentro do festival.
“Quando a gente vê o que está acontecendo ao redor do mundo, nos bares mais legais de coquetelaria, percebe que as diferentes finalizações e perfis sensoriais do whisky permitem construir coquetéis muito distintos. Você tem drinks mais doces, mais defumados, cítricos. É uma base muito versátil, que ajuda a criar diferentes perfis de sabor.”
Música, legado e experiência no mesmo território
É nesse ponto que as diferentes frentes da presença de Johnnie Walker no Rock in Rio se encontram.
De um lado, a campanha com Ney Matogrosso recupera uma história ligada ao nascimento do festival para falar sobre quem teve coragem de dar os primeiros passos. De outro, a experiência de coquetelaria procura mostrar que o próprio whisky pode ocupar novos espaços e assumir diferentes formas de consumo.
Nos dois movimentos existe uma ideia comum: não permanecer parado. Depois de oito anos no Rock in Rio, Johnnie Walker usa o festival não apenas como espaço de visibilidade, mas como território para conectar música, comportamento e experiência de marca.
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