2021: vale uma retrospectiva?

2021: vale uma retrospectiva? artigo de Daniel Aguado

Mais um ano chegando ao fim e, com ele, a certeza de que somos verdadeiros sobreviventes desses tempos tão caóticos. 2021 marcou a chegada das vacinas contra a COVID-19 no Brasil, o negacionismo às regras de prevenção à doença, a desaceleração da nossa economia, o aumento excessivo dos preços, entre tantos outros fatos que, da pior maneira possível, nos tornou mais resilientes.

E, se por um lado, as questões estruturais e econômicas do nosso país não nos deram muitas alegrias; o mundo do marketing e do entretenimento, com exceção de algumas perdas precoces, como a do ator Paulo Gustavo e da cantora Marília Mendonça; foi marcado por muita agitação. Uma surpresa atrás da outra!

A nova safra de ex-BBBs queridinhos do mercado publicitário – Gil do Vigor e Juliette -, o Faustão trocando a Globo pela Band, o Tiago Leifert partindo para o seu ano sabático, a censura velada na Secretaria de Cultura, o Nubank virando o banco mais valioso da América Latina, a Mara Maravilha “tretando” com a Xuxa – sim, isso é um fato de 2021 – e, por aí vai…

O resumo de tudo isso é que não tem sido fácil posicionar marcas e construir diferenciais de produtos consistentes, num contexto de comunicação tão complexo, disperso e nada linear. A onda do cancelamento esteve mais forte do que nunca e muitas marcas enfrentaram crises de reputação inesperadas esse ano que chega ao fim. Tenho certeza de que todos os profissionais de marketing passaram, ao menos uma vez, algum perrengue neste 2021. Por isso, encerro o artigo com a máxima: “a gente mostra o close, mas não mostra o corre”. Que venha 2022!

Por Daniel Aguado | www.danielaguado.com.br

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