A chegada da TIM à BFerraz aconteceu em um território bastante conhecido pela agência: a música. No Rock in Rio 2026, o início da parceria ganhou escala com uma operação que reuniu diversos espaços e diferentes pontos de contato com o público ao longo da Cidade do Rock.
O projeto reuniu diferentes frentes da presença da TIM no festival, das ativações presenciais à produção de conteúdo. Entre elas, o TIM Music+, plataforma digital lançada pela operadora durante o Rock in Rio para concentrar benefícios, ofertas e conteúdos ligados à música e manter esse relacionamento ao longo do ano.
“É um momento especial porque marca o início de um relacionamento entre a BFerraz e a TIM. E acontece em um território de que a gente gosta muito, no qual a BFerraz tem muita experiência, que é a música, e em um momento cultural tão importante como o Rock in Rio. Para a gente, é mais do que um estande. É a criação de um ecossistema, de uma plataforma de TIM Music”, afirma Oscar Moraes, Sócio e Presidente da BFerraz.
Uma jornada espalhada pela Cidade do Rock
A estratégia buscou fazer da TIM uma facilitadora para quem viveu o festival, seja para curtir os shows, produzir conteúdo, participar de ativações ou compartilhar o que acontecia por lá.
“A TIM se propõe a ser um motor para quem vive esse festival poder curtir e compartilhar. Temos pelo menos sete espaços, entre este que estamos vendo aqui, o espaço VIP, o Mega Download, uma série de outras ativações e uma casa de creators. O usuário da TIM tem benefícios, mas quem não é usuário também é convidado a se aproximar da marca e fazer parte dessa história”, explica Moraes.
Próximo ao Palco Sunset e com vista para o Palco Mundo, o estande de três andares concentrou música, entretenimento e benefícios. Entre as atrações esteve o Desafio TIM Music+, jogo que combinou música, reflexos e tecnologia. O participante escolhia um gênero musical, colocava os fones de ouvido e precisava sincronizar suas respostas aos estímulos para pontuar. Na Cidade do Rock, quem batia o recorde do dia recebia uma premiação especial. A dinâmica não ficou restrita ao festival. A ativação também chegou a lojas da TIM no Rio de Janeiro e em São Paulo, ampliando os pontos de contato com o público.
“A música é um território estratégico para a TIM porque nos permite criar conexões com diferentes públicos e mostrar, na prática, como tecnologia, conteúdo e experiências podem caminhar juntos. O TIM Music+ amplia essa atuação com uma plataforma permanente de benefícios e relacionamento. No Rock in Rio, essa proposta ganha escala e se soma a uma presença que reúne ativações, creators, ofertas alinhadas ao negócio e uma rede preparada para conectar o público ao longo de toda a jornada do festival”, afirma Marcos Lacerda, VP de Marca e Comunicação da TIM.
O espaço contou ainda com máquina de garra e um photo opportunity inspirado nos bastidores de um show, além de benefícios específicos para integrantes do TIM Mais.
Da música à produção de conteúdo
A conexão com a música também passou pela produção de conteúdo. A parceria da TIM com a Mix levou ao estande transmissões ao vivo, entrevistas, gravações e podcasts durante o festival.
Outro braço do projeto foi a TIM House, plataforma proprietária da operadora voltada para creators, que ganhou uma versão física no Global Village durante o Rock in Rio. A comunidade reúne mais de 65 mil cadastrados e ocupou, no festival, um espaço aberto ao público.
Por lá, creators participaram de missões de conteúdo relacionadas a temas como música, dança, looks, bastidores e programação, além de contarem com cenários para produção de fotos e vídeos.
A dimensão da operação apareceu ainda nos bastidores. Segundo Moraes, o projeto chegou a mobilizar cerca de 80 profissionais. “Tem brinde, promoção, ativação e ação em loja. É bastante coisa. Chegamos a ter quase 80 pessoas trabalhando aqui. Quando chega esse momento de ver tudo de pé e funcionando, como agência e como amantes da comunicação e da experiência, a gente fica muito feliz.”
A marca incorporada à arquitetura
A identidade da TIM também orientou a concepção arquitetônica. Em vez de aparecer apenas na aplicação de cores e elementos visuais, ela foi incorporada à própria construção do espaço.
A BFerraz explorou a verticalidade da estrutura e trabalhou ritmo e textura na fachada. Durante o dia, elementos gráficos ajudavam a tornar o estande reconhecível a distância. À noite, linhas de luz redesenhavam a estrutura e mudavam sua presença na paisagem da Cidade do Rock.
Para Moraes, uma ativação não deve se limitar ao que o público encontra no evento. É a partir dessa visão que a BFerraz trabalha o conceito de beyond experience: projetos pensados para começar antes do encontro presencial e ganhar novos desdobramentos em conteúdo, conversas e repercussão depois dele.
“Criar a ativação por si só, o espaço, é algo que a gente tem que prezar. Mas a gente fala que isso é um pouco do básico. O que a gente acredita muito é no beyond experience, pensando desde a parte do pré, em como a gente consegue fazer uma ideia com um racional de amplificação. A gente chega nesse momento, que é o nosso momento de ‘uau’, onde tem que entregar com muita qualidade, mas, principalmente, gerar conteúdo, conversa, reverberação e fazer com que isso seja um ecossistema, que tenha muito mais coisa a partir daqui.”
No projeto da TIM, essa lógica apareceu em diferentes frentes. O Desafio TIM Music+ chegou também às lojas, a TIM House transformou o festival em matéria-prima para creators e o próprio TIM Music+ nasceu no Rock in Rio como uma plataforma destinada a continuar ativa ao longo do ano. O espaço físico deixou, portanto, de ser o ponto final da estratégia e passou a conectar diferentes momentos da relação entre marca, música e público.
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