Para marcar a conquista de 100 milhões de usuários cadastrados em seu aplicativo, a Serasa escolheu sair do ambiente digital e ocupar o espaço urbano com uma campanha inédita de mídia out of home que mistura humor, território e identidade.
Espalhada por diferentes cidades brasileiras, a ação aposta em outdoors e mobiliários urbanos posicionados em cruzamentos estratégicos, explorando nomes de ruas, praças e avenidas como ponto de partida criativo. A ideia é transformar cada município em parte ativa da narrativa e reforçar a conexão da marca com histórias reais, aquelas que carregam nome, endereço e trajetória financeira.
Ao brincar com os encontros urbanos, a Serasa constrói uma metáfora visual para o que representa a marca de 100 milhões de cadastros: pessoas diferentes, espalhadas pelo país, reunidas simbolicamente nas ruas. São usuários que recorrem ao aplicativo para pedir crédito, acompanhar o Serasa Score, organizar a vida financeira e negociar dívidas, práticas cada vez mais presentes no cotidiano do brasileiro.
“Quando falamos em 100 milhões de cadastros, estamos falando de pessoas. Por isso, levar essa conversa para as ruas — especialmente em locais que já carregam nomes próprios — foi uma forma criativa de dar forma a essa relação próxima da Serasa com o consumidor”, afirma Renan Cunha, gerente de Marketing da Serasa. “A campanha reforça nosso papel como uma marca presente nas decisões financeiras do cotidiano, sem perder o tom acessível e bem-humorado.”
A iniciativa está presente em onze cidades, incluindo capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, mas vai além dos grandes centros. Um dos destaques é Macau, no Rio Grande do Norte, município de cerca de 28 mil habitantes que entrou no mapa da campanha por abrigar o brasileiro com o maior nome em extensão de letras do país, um detalhe que conversa diretamente com o conceito criativo da ação.
“A mídia exterior nos permite conversar com públicos diversos, fora do ambiente digital, fortalecer atributos institucionais e ampliar a presença da marca no dia a dia das pessoas. As peças foram pensadas para criar uma pausa no trajeto, chamar atenção e provocar identificação imediata em quem passa pela rua”, complementa Renan.
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