A marca da Stone voltada a microempreendedores convocou Romário para ocupar um território próprio, popular e imediatamente reconhecível: a cultura do futebol brasileiro. Após mais de uma década longe de grandes campanhas nacionais, o Baixinho retorna às telas levando seu humor irreverente para um novo cenário: o balcão de quem vende.
“Eu sempre gostei de falar direto, sem enrolação. E acho que o Ton tem muito disso também: é simples, fala a língua de quem trabalha e ajuda o cara que está ali no balcão, vendendo todo dia. Se o Baixinho deixou a taxa baixinha, agora é com o empreendedor fazer gol nas vendas”, afirma Romário.
A campanha que não precisa dizer futebol para falar de futebol
Para aproveitar o momento e entrar na conversa de um jeito mais proprietário, o Ton foi buscar um ativo que não está em nenhuma cota: a memória afetiva do brasileiro.
Nos roteiros da campanha, desenvolvida para TV, digital e social, não há menção ao campeonato, seleção ou competição internacional. Romário aparece em uma loja de itens esportivos conversando com vendedores sobre taxa, parcelamento e maquininha. O futebol está no ar, na figura do personagem, nas frases icônicas, no humor e na energia da cena, mas a campanha não precisa recorrer a símbolos oficiais para ser entendida.
“Grandes momentos culturais não são feitos apenas pelos territórios oficiais, mas pelas conversas que eles despertam. Com o Ton, nossa escolha foi entrar nesse momento pela linguagem, humor e o personagem que faz parte da memória das pessoas. Com o Romário conseguimos transformar uma mensagem racional em uma narrativa simples, popular e próxima do empreendedor brasileiro”, afirma Rodolfo Luz, diretor de Marketing da Stone.
A atual estratégia de comunicação da empresa foca na cultura gerada em torno do esporte, em vez de atuar diretamente no segmento esportivo formal. A marca Ton direciona sua campanha para o cotidiano dos comerciantes, abordando a rotina daqueles que realizam vendas em pontos físicos ou canais digitais e que utilizam serviços de transação financeira.
A ação publicitária com o ex-jogador de futebol ilustra a inserção de uma marca de máquinas de pagamento em temas do cotidiano, sem depender do patrocínio esportivo tradicional. Ao associar o apelido “Baixinho” ao conceito promocional de “taxa baixinha”, a Stone adapta as especificações comerciais de seu produto para a linguagem do seu público-alvo.
“A plataforma ‘baixinha’, que criamos para Ton, mostra a pluralidade de um mesmo insight. Já passamos pelo Solimões, pelo Pinscher e, agora, trazemos o Romário, o baixinho mais famoso do futebol, para mostrar os benefícios da Taxa Baixinha. Tendo como coração da ideia o humor brasileiro, apresentamos uma publicidade feita para conectar com o Brasil Real”, explica Kika Botto, diretora de criação da Blast.
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