A Singer tem reposicionado sua comunicação para acompanhar a transformação do perfil de quem costura no Brasil. A empresa passou a investir em uma nova estrutura de conteúdo digital com foco em orientar o consumidor na escolha da máquina mais adequada a cada fase da jornada, desde quem está dando os primeiros pontos até pequenos empreendedores e ateliês em expansão.
A mudança ganha forma principalmente nas redes sociais, onde a Singer adotou a animação 3D como linguagem principal. Nos novos conteúdos, as máquinas deixam de ser apenas produtos e passam a atuar como personagens, explicando de maneira didática suas funções, diferenciais e indicações de uso. O objetivo é simplificar a decisão de compra em um universo que, historicamente, sempre foi percebido como técnico e complexo.
“Para uma marca com quase 175 anos de história, essa mudança representa mais do que um ajuste de formato. Trata-se de uma evolução na forma de se relacionar com o consumidor. Acompanhamos as transformações na maneira como as pessoas aprendem, comparam produtos e tomam decisões de compra. Hoje, esse processo passa pelo digital, por avaliações de produtos e pela influência de empreendedores e nano influenciadores do segmento”, afirma Concheta Feliciano, diretora de Marketing e E-commerce Latam da Singer.
Um novo momento para a costura no Brasil
A estratégia dialoga diretamente com um movimento mais amplo observado pela marca no mercado brasileiro. Pesquisas internas da Singer indicam que a costura vive uma nova fase no país, impulsionada por diferentes motivações e perfis de consumo. Atualmente, 33% dos lares brasileiros possuem ao menos uma máquina de costura — cerca de 23 milhões de residências, segundo dados do Censo Demográfico do IBGE atualizados até 2025.
Mais do que uma atividade ligada à necessidade, a costura se consolida como prática associada ao lazer, ao bem-estar e à criatividade. De acordo com a Pesquisa de Penetração da marca de 2025, 77% dos usuários utilizam a máquina para hobby ou uso doméstico. O dado chama ainda mais atenção quando combinado à frequência: 76% afirmam costurar diariamente ou semanalmente, sinalizando que a atividade passou a integrar a rotina de milhões de brasileiros.
Esse novo cenário também se reflete no perfil etário. Hoje, 76% da base de consumidores da Singer está entre 18 e 39 anos — um público que se aproxima da costura motivado por personalização, reaproveitamento de roupas, consumo consciente e geração de renda alternativa. São consumidores que aprendem, se inspiram e tomam decisões a partir de conteúdos digitais, tutoriais, experiências guiadas e comunidades online do faça você mesmo.
“A Singer é uma marca amada, presente na memória afetiva de muitas pessoas. O que estamos fazendo agora é criar novas formas de conexão para que as novas gerações também construam essa relação. Uma comunicação mais próxima, amigável e visual ajuda a apresentar a marca para quem está chegando agora e, ao mesmo tempo, reforça esse vínculo de carinho que sempre existiu com quem já conhece a Singer”, completa Concheta, diretora da marca.
Experiência digital integrada
A simplificação da jornada não se limita às redes sociais. Nos últimos meses, a Singer também promoveu mudanças significativas em seus canais próprios. O site da marca passou por uma reformulação visual e estrutural para atender públicos cada vez mais diversos, incorporando recursos de inteligência artificial e ferramentas de orientação ao consumidor.
Entre as novidades está um questionário interativo que ajuda o usuário a identificar suas necessidades e receber recomendações personalizadas sobre o modelo mais adequado. A plataforma também passou a organizar o portfólio em categorias que vão além das máquinas de costura, reunindo produtos para casa e para o ateliê — como óleos, agulhas, tesouras, manequins e acessórios.
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