A relação entre a Lew’Lara\TBWA e Swift, marca do grupo JBS, vem consolidando um modelo de trabalho baseado na ousadia criativa, na colaboração profunda e na busca contínua por ideias que rompem com padrões. Mais do que uma relação entre anunciante e agência, trata-se de uma construção estratégica em que ambos acreditam que criatividade só floresce quando há proximidade, confiança e disposição para reinventar rotinas, inclusive as da própria indústria publicitária.
Recentemente, Rodrigo Tortima, diretor de criação da agência, Mario Casanova, gerente executivo de marketing da Swift e Géorgia Guerra Peixe, diretora de cena da DLKTESN, dividiram o palco no Festival do Clube de Criação para discutir o pensamento Disrupt or Die: brilhamos ou sumimos do mapa. Embora o encontro tenha servido de gatilho, a discussão permanece atual: a indústria vive um momento em que o novo deixou de ser diferencial e se tornou necessidade urgente. A parceria entre Lew’Lara\TBWA e Swift se fortalece justamente por encarar essa urgência como parte do processo, colocando cliente, agência e parceiros criativos lado a lado para debater, errar, ajustar e construir ideias originais.
Colaboração como motor criativo
Um dos grandes pilares dessa relação é o nível de proximidade entre as equipes. Reuniões constantes, trocas honestas e uma dinâmica em que todos se provocam criam um ambiente fértil para ideias que fogem do protocolo. O envolvimento direto da liderança da Swift, representada por Mário, reforça a confiança e o alinhamento estratégico. Cliente e agência compartilham a mesma ambição criativa, o que mantém ambos em movimento e contribui para que o trabalho se mantenha vivo, fresco e surpreendente.
Entre tradição e reinvenção
A Swift trabalha com universos naturalmente lúdicos — comida, churrasco, celebração — e a agência transforma esse território em oportunidades de conexão real com aspectos culturais, e isso permite que a marca se posicione além das tradicionais campanhas de proteína ou congelados, entrando em conversas orgânicas do dia a dia do consumidor. Aqui, criatividade e cultura se encontram para gerar comunicação que diverte, provoca e reforça a personalidade da marca Swift.
Campanhas que materializam o pensamento disruptivo
Entre os trabalhos recentes que exemplificam essa abordagem está a campanha de Halloween, iniciada a partir de uma brincadeira simples e instigante: o verdadeiro susto não vem de monstros, mas de uma geladeira vazia. A partir desse insight, a Swift lançou uma ação interativa que transformou o freezer em protagonista de uma experiência digital. Ao acessar um webapp e posicionar o celular por alguns segundos dentro do freezer, o consumidor recebia um cupom de desconto para compras de produtos Swift, reforçando o caráter prático e a conveniência dos ultracongelados. A mecânica, válida durante o período do Halloween, foi acompanhada por um filme em clima de terror bem-humorado e ganhou desdobramentos em plataformas como Globoplay, OOH residencial, redes sociais e conteúdos com influenciadores. A ativação reforçou a capacidade da Lew’Lara\TBWA de transformar ações promocionais em experiências culturais relevantes e entretenimento de marca.
Outro exemplo da parceria em traduzir fenômenos culturais em estratégias criativas é a campanha inspirada em Taylor Swift. Aproveitando a coincidência entre o nome da artista e o da marca, a Swift lançou uma promoção com 20% de desconto e brindes exclusivos para fãs da cantora, incluindo pulseirinhas da amizade distribuídas em lojas selecionadas. A ação, realizada às vésperas do lançamento do novo álbum da artista, reforçou a presença da marca no centro das conversas pop, especialmente após iniciativas anteriores que viralizaram entre os fãs — como a faixa exposta em loja declarando apoio a Travis, namorado da cantora. A campanha contou com forte presença digital e um filme especial, mostrando como a marca transforma fenômenos culturais em oportunidades de conexão afetiva e divertida com diferentes públicos.
Combater o “mais do mesmo” como missão diária
No Festival do Clube, um dos assuntos comentados foi a inquietação constante de responder à pergunta que ecoa pelo mercado: por que tantas ideias soam repetitivas quando todos afirmam querer algo novo? Para agência e cliente, romper esse ciclo passa por evitar processos engessados e repensar o papel do briefing, que muitas vezes nasce de problemas já conhecidos e limita descobertas. Trata-se de evitar a burocracia que esvazia ideias e recuperar a força do pensamento criativo livre, impulsionado por conversas profundas e escuta ativa.
Disrupção como prática, não discurso
Se há um princípio que guia a atuação da Swift, é a convicção de que seus produtos fazem parte de momentos de celebração. Churrasco, encontro e festa são territórios emocionais que pedem leveza, diversão e criatividade. Por isso, a marca e a agência trabalham juntas para surpreender, entreter e gerar conexões genuínas, seja ao transformar um freezer em dispositivo tecnológico, seja ao brincar com uma estrela global como Taylor Swift.
Ambas empresas, Swift e Lew’Lara\TBWA, entendem o risco de permanecer no lugar comum. Em um cenário em que a repetição ameaça a relevância das marcas e até a longevidade da profissão criativa, ambas assumem a disrupção como postura diária.
A consistência dessa relação mostra que trabalhos originais surgem quando cliente, agência e produtoras atuam como um só organismo: discutindo, discordando, ajustando e, sobretudo, confiando. E parcerias verdadeiras continuam sendo o caminho mais seguro para que ideias não apenas sobrevivam, mas brilhem intensamente.
Acompanhe entrevista com Rodrigo Tortima, diretor de criação da agência e Mario Casanova, gerente executivo de marketing da Swift.
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