Com mais de 49,5 mil pessoas na fila por um transplante de órgãos no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a SulAmérica coloca histórias de quem vive essa espera, e de quem já passou por um transplante, no centro de uma campanha dedicada à doação de órgãos.
Batizada de “Por todas as histórias que ainda podem acontecer”, a iniciativa reúne depoimentos de pacientes transplantados e de pessoas que aguardam um órgão, além de vídeos com um médico especialista para esclarecer dúvidas sobre o processo de doação.
A campanha integra as ações relacionadas ao Setembro Verde e ao Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado em 27 de setembro. A proposta é abordar o tema a partir da combinação entre experiências pessoais e informação, mostrando diferentes perspectivas sobre a espera, o transplante e o impacto que a decisão de um doador pode ter na vida de outras pessoas.
Fotos, frases, vídeos curtos e carrosséis compõem a estratégia de conteúdo, distribuída pelos perfis da SulAmérica no Instagram, LinkedIn, TikTok e YouTube.
“A SulAmérica entende que faz parte do nosso papel ampliar o acesso à informação e estimular conversas entre famílias que podem transformar a vida de milhares de pessoas. Acreditamos que ao trazer histórias reais e fala de especialistas, podemos desmistificar a doação de órgãos e criar um impacto verdadeiro”, afirma Jefferson Klock, vice-presidente de Operações da SulAmérica.
Uma conversa que precisa acontecer em família
Além de informar sobre transplantes, a campanha chama atenção para um ponto decisivo para quem deseja se tornar doador: comunicar essa vontade aos familiares.
Como parte da iniciativa, a Rede D’Or criou uma mensagem que pode ser compartilhada pelo WhatsApp para ajudar quem deseja ser doador a conversar sobre a decisão com a família.
“A doação de órgãos é uma das expressões mais genuínas de solidariedade que nós temos. Um único doador pode salvar até oito vidas e beneficiar mais de 50 pessoas com tecidos. Ainda assim, milhares de brasileiros continuam aguardando por um transplante, e muitas histórias seguem interrompidas. Queremos gerar impacto real e mostrar que cuidar também é permitir que histórias continuem”, afirma Klock.
O que pode ser doado
Entre os órgãos e tecidos que podem ser doados estão coração, rins, pulmões, pâncreas, fígado, intestino, córneas, válvulas cardíacas, ossos, músculos, cartilagens, tendões, pele e vasos sanguíneos. Alguns tipos de doação também podem ocorrer em vida, como a de medula óssea e, em determinadas condições, de órgãos ou partes deles.
Quem deseja formalizar sua vontade pode utilizar a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO), disponibilizada pelos cartórios. No caso da doação após a morte, conversar com a família continua sendo fundamental, já que a autorização familiar é necessária para que a doação seja realizada.
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