Com o Brasil na contagem regressiva para receber a Copa do Mundo Feminina da FIFA em 2027, a Holding Clube escolheu o futebol como ponto de partida para uma discussão que vai além das quatro linhas. Durante uma nova edição do All In, encontro que reúne líderes, marcas e especialistas para debater tendências do mercado de experiências, o grupo revelou a criação da Casa Body Futebol Clube, iniciativa que estará em funcionamento durante o torneio mundial realizado no país.
O projeto nasce a partir do movimento B.O.D.Y. (Body Open Defines You), plataforma que promove a autoaceitação e a liberdade feminina. A proposta da Casa Body Futebol Clube é criar um ambiente de convivência, troca de conhecimento e valorização da presença das mulheres no esporte. Além de exibir partidas da competição, o espaço terá uma programação própria com palestras, oficinas, atividades e encontros voltados ao universo do futebol feminino.
Ao apresentar a novidade, Ju Ferraz destacou a relevância do projeto para sua trajetória profissional. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, afirmou.
A escolha do tema também dialoga com um momento de crescimento da modalidade. De acordo com a pesquisa Futebol Feminino 2026, da Globo Ads Insights, a audiência da categoria registrou aumento de 19% em 2025 na comparação com o ano anterior. Já a Deloitte projeta que o futebol feminino estará entre os três esportes com maior geração de receita dentro do mercado esportivo feminino nos próximos anos.
Durante o All In, um dos principais debates reuniu representantes da FIFA Women’s World Cup e da Centauro para discutir os rumos da modalidade. Participaram da conversa Gal Barradas e Thiago Januzzi, da FIFA Women’s World Cup, além de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. O painel abordou temas como audiência, comportamento dos torcedores e perspectivas para a Copa do Mundo Feminina de 2027.
“O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, comentou Gal Barradas, da FIFA Women’s World Cup.
Outro destaque da programação foi a conversa sobre o papel das marcas no desenvolvimento do futebol feminino como mercado. O painel reuniu Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia, distribuidora oficial da Nike no Brasil; Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube. A mediação foi conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking.
“O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”, afirmou Lucca Amorim.
A Holding Clube informou que os próximos detalhes sobre a programação e as ativações da Casa Body Futebol Clube serão divulgados nos próximos meses por meio dos canais oficiais do projeto.
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