Redbelt Security realiza evento para discutir sobre cibersegurança

Confira entrevista com Eduardo Lopes, CEO da Redbelt Security e Fábio Gaspar, Diretor de Soluções da Microsoft

A RedBelt realizou em São Paulo a primeira edição do Expand, um evento para gerar reflexões, networking e o compartilhamento de informações práticas e relevantes sobre cibersegurança.

Confira entrevista com Eduardo Lopes, CEO da Redbelt Security e Fábio Gaspar, Diretor de Soluções – Security, Identity e Complience da Microsoft.

Historicamente, o Brasil sempre esteve entre os países de maior risco cibernético. Ataques de phishing, ameaças internas, interrupções de negação de serviço, malware e ransomware — incidentes de segurança cibernética como esses acontecem diariamente.

Recentemente fomos surpreendidos com dados publicados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), uma agência ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), que divulgou que o Brasil saltou da 71ª para a 18ª posição, no ranking mundial do Índice Global de Segurança Cibernética, que mede o compromisso dos países que mais investiram em segurança contra os crimes cibernéticos.

Ainda que a evolução do Brasil no ranking mundial seja uma boa notícia, o nosso país ainda vem sofrendo bastante com ofensivas de ataques cibernéticos, como os ataques de ransomwares. A chegada do 5G e ambientes de IoT e OT cada vez mais conectados, vão ampliar ainda mais as superfícies de ataques cibernéticos nas operações industriais.

De acordo com o Gartner, foi feita uma previsão de que o impacto financeiro desses tipos de ataques atingirá mais de US$ 50 bilhões até 2023. Os custos para as organizações em termos de compensação, litígio, seguro, multas regulatórias e perda de reputação serão significativos. O Gartner também prevê que a maioria dos CEOs será pessoalmente responsável por tais incidentes.

Segundo a CVE Details, até o primeiro semestre de 2022 foram encontradas 12.440 mil vulnerabilidades que afetam todos os fabricantes. Dessa quantidade 6,7% são vulnerabilidades consideradas críticas, ou seja, vulnerabilidades que são exploradas e geram impactos de parada do ambiente ou de roubo de informações.

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