Na sua primeira participação na Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB 2026), a Westwing aposta em uma proposta que vai além da exposição tradicional. Em parceria com o arquiteto e designer Marcelo Rosenbaum, a marca apresenta uma instalação que parte de um princípio essencial: olhar com atenção para o que já existe.
Instalada em um edifício projetado por Oscar Niemeyer, a intervenção propõe um diálogo direto com a arquitetura modernista, transformando elementos originais do espaço em protagonistas da experiência. Em vez de sobrepor novos conceitos, o projeto se ancora nas formas, curvas e materiais já presentes no local para construir uma narrativa integrada entre arquitetura, design e percurso do visitante.
A ideia central nasce da observação. Rosenbaum utiliza a linguagem do próprio edifício como base criativa, propondo uma ocupação que respeita e amplia o legado arquitetônico do espaço.
“O ponto de partida foi observar a arquitetura que já estava ali. O projeto nasce como um espelho da linguagem moderna de Niemeyer e propõe uma nova forma de ocupar o espaço a partir da pré-existência. Olhar para o que já existe pode ser uma potência criativa para pensar o futuro”, explica Marcelo Rosenbaum.
A instalação evidencia características marcantes da construção original da década de 1950 — como as curvas sinuosas, o desenho do corrimão e a expressividade do concreto — convidando o público a revisitar o espaço sob novas perspectivas. Nesse contexto, o design não se impõe, mas se desdobra naturalmente da lógica arquitetônica existente.
Um dos destaques do projeto é a estante central, cuja estrutura se inspira diretamente na fachada do edifício. Ao ser reinterpretada como mobiliário, ela deixa de ser apenas um elemento estrutural e passa a funcionar como suporte expositivo para os produtos da Westwing. Em contraste, um sofá contínuo acompanha as curvas do guarda-corpo, reforçando o caráter orgânico da proposta e estabelecendo um contraponto à geometria da estante.
O percurso convida o visitante a circular, observar e também permanecer, criando uma relação mais sensorial com o ambiente. Materiais como o metal, presente na estante, dialogam com a repetição e modulação da arquitetura, enquanto tecidos no carpete e no mobiliário trazem acolhimento e conforto.
A participação na Bienal marca um novo momento para a Westwing, que busca aprofundar sua conexão com o universo do design e da arquitetura autoral. A instalação também materializa, no espaço físico, a visão da marca sobre o morar contemporâneo: um território de bem-estar, convivência e significado.
“Participar da Bienal de Arquitetura é uma oportunidade de ampliar o diálogo da Westwing com o universo do design e da arquitetura. Convidar Marcelo Rosenbaum, uma das principais referências da arquitetura brasileira, foi uma forma de materializar nossa visão de casa como um espaço de experiência, cultura e bem-estar”, afirma Vanina Batista, diretora de criação da Westwing.
Leia outras notícias: https://marcaspelomundo.com.br/categorias/anunciantes/
