O SBT resolveu jogar pesado na corrida pela atenção do público e dos anunciantes na Copa do Mundo de 2026. Em um encontro que reuniu mercado, talentos e parceiros comerciais, a emissora revelou sua estratégia para o torneio, um movimento que mistura TV aberta, streaming e distribuição digital em escala.
A operação será realizada em parceria com a N Sports e nasce com o objetivo de ampliar alcance e relevância em um cenário onde o consumo de conteúdo esportivo já não cabe em uma única tela.
Com marcas como Airbnb, Carrefour, Esportes da Sorte, Friboi, Haleon, McDonald’s, Pagbank, Seara e Shopee já embarcadas, o projeto sinaliza força comercial antes mesmo do apito inicial.
A ideia da estratégia é acompanhar o comportamento do público. Em vez de centralizar a transmissão, o plano distribui a experiência entre diferentes plataformas, permitindo que cada pessoa escolha como e onde assistir.
“Nosso propósito é realizar a melhor transmissão para os patrocinadores e para o público, que é também formado pelos clientes das marcas”, afirmou Daniel Abravanel, Diretor de Negócios e Rede do SBT.
O movimento também reflete um momento positivo da emissora no esporte, que vem colhendo resultados consistentes com transmissões recentes e já encaminha a reta final de comercialização das cotas para o Mundial.
“Esse evento é para vocês, para os nossos clientes; estamos muito felizes e é uma honra todos estarem aqui conosco”, disse Alessandra Ribeiro, Vice-Presidente de Negócios e Finanças do SBT.
Se o SBT entra com a força da TV aberta, a N Sports adiciona musculatura digital ao projeto. A proposta da plataforma é expandir o alcance e transformar a transmissão em um ecossistema de conteúdo. “Trazemos um modelo inovador de transmissão, porque anteriormente todos os direitos iam somente para uma emissora. Nós temos um ecossistema digital para amplificar a entrega dos conteúdos”, explicou Edson Potsch, CEO da empresa. “Tenho certeza de que vai ser uma Copa incrível.”
Na frente das câmeras, a promessa é de uma cobertura com sotaque brasileiro, mais próxima da torcida, sem abrir mão da análise e da credibilidade. O elenco combina jornalistas, comentaristas e ex-atletas, com novos nomes ainda por vir. “Trouxemos alguns dos principais nomes do jornalismo esportivo, ex-jogadores e especialistas para compor nosso elenco. E, na semana que vem, vamos anunciar mais profissionais reconhecidos”, adiantou Tiago Galassi, Diretor de Esportes do SBT.
Entre os talentos confirmados, o projeto já nasce carregado de significado pessoal. Mauro Naves celebrou o retorno às Copas e a reconexão com o SBT. Renata Saporito destacou o peso de integrar a equipe em um momento relevante, ao lado de Nadine Basttos. Mauro Beting resumiu o convite como um sonho: trabalhar ao lado de Galvão Bueno.
Tiago Leifert também reforçou a dimensão simbólica da parceria. “Nunca fiz uma Copa do mundo sem Galvão Bueno; vamos entregar uma cobertura muito especial, com o DNA do SBT.”
E é justamente Galvão quem dá o tom emocional do projeto. Prestes a narrar sua 14ª Copa do Mundo, o narrador voltou a demonstrar entusiasmo com a nova casa. “É um prazer muito grande estar aqui. Não poderia existir uma parceira melhor do que com a Casa de Silvio Santos; me sinto muito feliz. A Copa que o Brasil quer ver estará aqui”, afirmou, antes de fechar como só ele sabe: “Haja coração!”
Legenda da foto: A partir da esquerda: Daniel Abravanel, Edson Potsch, Mauro Beting, Galvão Bueno, Tiago Leifert, Renata Saporito, Mauro Naves, Tiago Galassi e Alessandra Ribeiro. Créditos: Rogerio Pallatta/SBT
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