Coluna Marcas no Digital, por Roberto Calderon
A busca mudou de lugar.
Antes o cliente digitava e escolhia entre dez links. Hoje boa parte lê a resposta pronta e nunca chega na lista.
No Brasil, a busca orgânica caiu de 41,47% para 27,91% do tráfego entre 2024 e 2026, segundo a Leadster. E entre 58% e 68% das buscas já terminam sem clique.
Pra uma marca, isso muda a pergunta. Não basta ter site. Tem que ser a resposta.
Por que um portal
Com a BCX Capital and Holding, a gente cria portais para marcas. Não é folheto institucional. É conteúdo que responde a dúvida real de quem compra.
Página que responde pergunta é o que o Google entende e o que a IA consegue citar. Catálogo sozinho não responde nada.
E portal tem uma vantagem que campanha não tem: a matéria de hoje continua sendo encontrada por meses.
O que entra no portal
- Conteúdo escrito pra responder a dúvida do cliente, do jeito que a busca e a IA leem.
- Estrutura que a máquina entende: título, descrição, dado estruturado e imagem com nome.
- O Maps tratado como parte do portal, pra quem vende na região.
- Um radar que mostra, por termo, onde a marca aparece e onde o concorrente passa na frente.
Do leitor ao negócio
O portal só vale se virar negócio. Por isso ele nasce ligado à venda: o leitor chega pela dúvida e encontra o produto, o WhatsApp da marca ou o contato comercial no momento certo.
E quem chega pela resposta de uma IA já chega decidido. Quem está escrito de um jeito que a máquina cita entra nessa conversa. Quem não está, simplesmente não existe nela.
Se a sua marca é conhecida no setor e some na busca, vale procurar o seu próprio nome no Google e numa IA hoje. O resultado diz por onde começar.
Roberto Calderon é investidor e estrategista da BCX Capital and Holding. Mais em robertocalderon.com.br/portais.