A Páscoa é um dos momentos mais icônicos do chocolate no Brasil. Para a Kopenhagen, ela carrega ainda um significado mais profundo: são 98 anos celebrando a data no país, construindo memórias que atravessam gerações e transformando chocolate em símbolo de afeto.
Em 2026, a marca acelera sua estratégia para viver uma das Páscoas mais estruturadas de sua história. Mais do que lançar produtos, a companhia reorganiza seu portfólio, reposiciona preços, amplia licenciamentos e reforça a experiência nas lojas para garantir relevância, desejo e crescimento no período mais importante do ano para a categoria.
Sob a liderança de Pedro Velardo Neto, head de marketing e trade marketing da marca, a construção da Páscoa partiu de escolhas conscientes, equilibrando tradição e novidade para criar motivos reais para que o consumidor entre nas lojas e vivencie a marca de forma completa.
Acompanhe a entrevista!
Portfólio mais claro, jornada mais fluida
A Páscoa 2026 marca uma reorganização estratégica do portfólio. São 41 produtos distribuídos em oito categorias: Exagero, Recheados, Clássicos, Soul Good, Mil Delícias, Infantil, Licenciados e Lembranças, em uma arquitetura pensada para tornar a jornada de compra mais simples e eficiente.
A nova estrutura permite que a marca atenda diferentes ocasiões de consumo: desde escolhas de menor desembolso até presentes superpremium.
O protagonismo dos Clássicos
Entre os movimentos mais emblemáticos está a criação oficial da categoria “Clássicos”, que reúne ícones como Língua de Gato, Nhá Benta, Lajotinha, Crocante e Crocantinho.
Ao organizar seus produtos sob uma mesma chancela, a Kopenhagen amplia visibilidade no ponto de venda, simplifica a decisão de compra e reforça o valor de sua herança. São itens que já lideram as vendas da marca na Páscoa e que agora ganham ainda mais protagonismo estratégico.
O icônico Cherry Brandy também mantém seu espaço como símbolo de sofisticação e tradição dentro do portfólio.
Competitividade sem abrir mão do premium
Outro pilar importante da estratégia é o reposicionamento de preços. A marca ajustou valores de produtos-chave e passa a oferecer ovos a partir de R$ 89,90.
O movimento amplia o acesso e dialoga com um consumidor que busca equilíbrio entre desejo e planejamento financeiro. A proposta é manter o padrão de qualidade e a percepção premium que sempre definiram a Kopenhagen, mas com maior competitividade dentro da categoria.
Inovação que desperta desejo
Se tradição sustenta a marca, inovação impulsiona o crescimento.
A categoria Exagero, conhecida por recheios abundantes e experiências sensoriais intensas, ganha o novo sabor Pipoca, uma combinação de chocolate ao leite icônico com caramelo amanteigado e textura crocante de pipoca, entregando contraste e indulgência em cada mordida.
Já a linha Recheados aposta em sabores alinhados às principais tendências globais, como Pretzel, Macadâmia Caramelizada e Cookies & Cream. A proposta é oferecer indulgência com equilíbrio, explorando textura, cremosidade e intensidade na medida certa.
O retorno do Chokonut Avelã à Páscoa reforça o olhar atento da marca para os desejos do consumidor, resgatando sucessos que permanecem na memória afetiva do público.
Licenciamentos e o poder da nostalgia
A estratégia de licenciamentos ganha ainda mais força em 2026. A expectativa é que a categoria avance até 30%, impulsionada pela chegada de Fofolete, Wandinha, Emily in Paris e Cerejinha, que se somam a parcerias de sucesso como Moranguinho e grandes clubes europeus, entre eles Paris Saint-Germain e Manchester City.
Mais do que collabs, os licenciamentos funcionam como pontes geracionais. A nostalgia se transforma em ferramenta estratégica de reconexão com fãs históricos da marca e, ao mesmo tempo, em porta de entrada para novos públicos.
Os produtos infantis também chegam reforçados, incluindo os personagens próprios da marca, os Lingatos, com brindes inéditos, entre eles um karaokê que promete ser um sucesso entre as crianças.
Afeto como centro da comunicação
Se o portfólio é estruturado com inteligência, a comunicação é guiada por emoção.
A Páscoa é uma sazonalidade que mobiliza família, conexão e troca. Toda a narrativa da campanha está pautada no afeto, no gesto de presentear, no encontro ao redor da mesa, na memória que se constrói ao dividir um ovo de chocolate.
Mais do que produto, a marca vende experiência. E essa experiência começa na escolha do presente.
Experiência de loja como extensão da marca
No trade, a estratégia se materializa na ambientação das lojas. As unidades são transformadas para traduzir o clima da data, estimulando todos os sentidos: aroma, degustação e exposição estratégica das categorias.
A marca também fortalece a oferta de lembranças e presenteáveis, ampliando opções de menor desembolso e incentivando compras complementares ao longo da temporada. A variedade permite que o consumidor encontre desde um gesto simbólico até um presente de alto impacto, dentro do universo Kopenhagen.
Uma Páscoa que equilibra legado e crescimento
Ao combinar reforço dos clássicos, inovação conectada às tendências, licenciamentos de alto apelo e uma política de preços mais competitiva, a Kopenhagen constrói uma Páscoa que equilibra tradição e contemporaneidade.
Com quase um século de história na data mais importante do calendário do chocolate, a marca mostra que relevância não é apenas herança, é estratégia e aposta no que sabe fazer de melhor: transformar chocolate em memória, desejo e conexão.
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