O Itaú segue mostrando que, no tênis, não está ali só para expor marca, está para construir relação. No Miami Open, um dos torneios mais importantes do circuito, o banco transforma o patrocínio em uma plataforma que conecta clientes, experiências e conteúdo. Em 2026, essa presença ganha ainda mais relevância: são 50 anos de atuação no esporte.
Patrocinador do torneio há 18 anos e naming sponsor há mais de uma década, o Itaú usa o evento como um grande ponto de contato com seu público, principalmente aquele que circula entre Brasil, Estados Unidos e outros mercados.
Dentro de quadra, a estratégia passa por nomes fortes como Bia Haddad Maia e Carlos Alcaraz, atual número 1 do mundo e embaixador global da marca. Fora dela, a construção é ainda mais ampla.
“O tênis é um reflexo de tudo o que o Itaú acredita: planejamento, consistência, respeito, foco e superação. Há 50 anos, a marca constrói uma das trajetórias mais sólidas e consistentes do esporte no Brasil. Desde então, apoiamos o desenvolvimento do esporte em diferentes frentes, contribuindo para ampliar o acesso, formar novos talentos e fortalecer o tênis dentro e fora do Brasil”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco.
Um evento que começa antes — e não termina quando acaba
A experiência do Itaú no Miami Open começa antes do torneio, com pré-venda de ingressos (que cresceu cerca de 43% este ano) e uma série de benefícios ligados à viagem, de passagens a câmbio e parceiros.
Durante o evento, o Lounge Itaú Personnalité concentra boa parte dessa operação. O espaço, com vista para as quadras, bar e ativações, virou ponto de parada quase obrigatório, cerca de 60% dos brasileiros que estiveram no torneio passaram por lá em 2025.
Ali, o banco mistura hospitalidade experiências que aproximam o público do universo do tênis, como a ativação inspirada na assinatura na lente da câmera, tradicional entre os atletas.
Para um grupo menor de clientes, entram também experiências mais exclusivas, como clínicas de tênis e encontros com jogadores.
Do presencial para o digital
O Itaú também estica essa presença no esporte. A parceria com a CazéTV coloca o banco dentro da nova plataforma de tênis do canal, com transmissões e conteúdos pensados para um público mais jovem, uma forma de manter a conversa ativa mesmo para quem não está em Miami.
“No Miami Open, transformamos essa relação de longa data com o tênis em uma plataforma de relacionamento com os clientes. Usamos o esporte para criar experiências, ativações e benefícios que aproximam as pessoas do torneio e fortalecem vínculos, tanto para quem vive o evento de perto quanto para quem acompanha à distância – de forma mais íntima, dinâmica e acessível”, conta Juliana.
Um trabalho de longo prazo
O Miami Open é só uma parte de uma estratégia maior. O Itaú também atua em outros países da América Latina, apoiando atletas como Robert Farah, Nicolás Jarry e Dani Vallejo, além de iniciativas de desenvolvimento do esporte.
Essa construção vem de longe. Desde os anos 1970, com a Copa Itaú, o banco investe no tênis em diferentes frentes: da base ao alto rendimento.
Cinco décadas depois, o resultado é uma presença que não depende só de visibilidade, mas de consistência. E que usa o esporte como um jeito direto de se aproximar das pessoas.
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