A Frimesa está redesenhando a forma como quer ser percebida pelo mercado e escolheu São Paulo como palco dessa virada. A cooperativa paranaense, uma das maiores do país no setor de proteína animal, apresenta um novo posicionamento de marca acompanhado de uma identidade visual atualizada, em um movimento que sinaliza ambições maiores: sair do papel de potência regional e ganhar protagonismo no principal mercado consumidor do Brasil.
A mudança não vem isolada. Ela acontece junto à abertura do escritório corporativo na capital paulista e reflete uma estratégia de aproximação com o consumidor, mais atento à origem dos alimentos, à transparência e aos compromissos socioambientais das marcas.
No centro dessa transformação está uma narrativa que tenta equilibrar dois mundos: a escala industrial e o espírito cooperativista. A Frimesa passa a enfatizar o conceito de cadeia integrada — conectando campo, indústria e mesa — com uma comunicação mais acessível e menos institucional.
A identidade visual ganha ajustes de design, atualiza tipografia e incorpora o roxo como cor estratégica, trazendo um ar mais contemporâneo, mas sem abrir mão dos códigos que sustentam seus quase 50 anos de história.
Por trás do projeto estão o professor Marcos Bedendo e a Narita Strategy & Design, responsáveis por estruturar um posicionamento que sustente a ambição da cooperativa de crescer fora de sua base tradicional. A meta é replicar em São Paulo a relevância já consolidada no Paraná e avançar rumo ao plano de crescimento que projeta R$ 15 bilhões em faturamento até 2032.
“O rebranding da Frimesa expõe de forma muito clara a consistência e a tradição dessa marca que, para se modernizar não se transforma, mas apenas se adequa a sua própria evolução. Estamos deixando de ser vistos apenas como indústria de processamento e passamos a nos posicionar como um ecossistema que gera valor do campo à mesa”, afirma Eduardo Rizzo, Gerente de Marketing da Frimesa.
A mudança também responde a um consumidor mais exigente e conectado a pautas como sustentabilidade e ESG. “o rebranding traduz a ‘Força do Coletivo’. Queremos que o consumidor tenha clareza de que ao escolher um de nossos produtos no supermercado está apoiando um ciclo sustentável que envolve milhares de famílias produtoras”, completa.
Na prática, a narrativa ganha respaldo na operação. A unidade de Assis Chateaubriand (PR), maior frigorífico de suínos da América Latina, continua sendo um dos principais ativos da empresa — garantindo escala e padrão de qualidade.
E a tecnologia entra como aliada da transparência: as novas embalagens passam a trazer QR codes que permitem ao consumidor rastrear a origem dos produtos, aproximando ainda mais a marca de quem está do outro lado da gôndola.
Para o Presidente Executivo, Elias José Zydek, o movimento vai além da comunicação. “A marca agora fala o mesmo idioma da nossa operação. É moderna, eficiente, transparente e valoriza a intercooperação para levarmos comida de verdade à mesa dos brasileiros.”
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